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Lou Andreas-Salomé foi uma bela mulher que escandalizou a sociedade e quebrou regras morais.

Teve vários amantes.

Conheceu Freud, Jung, Nietzsche, Henri Bergson, Sartre, Paul Rée, entre outros grandes homens.

 

Ouse, ouse... ouse tudo!!

Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!


Lou-Salomé



Escrito por d às 15h26
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sonnet 18 & 130 Shakespeare

http://www.youtube.com/watch?v=aZRTbXaBguQ

 

http://www.youtube.com/watch?v=QZn3HaxN5m0&feature=related

 



Escrito por d às 17h16
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um beijo que tivesse um blue.

Um Beijo
que tivesse um blue.
Isto é
imitasse feliz a delicadeza, a sua,
assim como um tropeço
que mergulha surdamente
no reino expresso
do prazer.
Espio sem um ai
as evoluções do teu confronto
à minha sombra
desde a escolha
debruçada no menu;
um peixe grelhado
um namorado
uma água
sem gás
de decolagem:
leitor embevecido
talvez ensurdecido
"ao sucesso"
diria meu censor
"à escuta"
diria meu amor

a.c. cesar

 

"Ana Cristina encarava a modernidade. Talvez por isso tenha morrido cedo - pura passagem
permanente - muitas asas e
 um desdém pelo que poderia ser raiz. O lugar que ocupa é na  
linha
do horizonte - virtual e veloz.
  Seu verso, que pertenceu à vertente cultivada da geração que 
apareceu em 70,  é, hoje, pedra de toque para toda poesia que 
se quer nova; com seus motivos
e matizes estilizadas que se
 deixam acompanhar, ao fundo, por uma brusca e inusitada  
melodia
que parece ter sido feita pela mistura de cristais,
 heavy metal e tafetá. 
A obra é breve, um cinema
essencial, e depressa. Morria de
 sede no meio de tanta seda. Nunca nos esquecemos de sua  
paixão acesa e seca. O que mais queima: a pedra de gelo ou o 
ferro em brasa ? Vulcão de neve.
Ela não foi - ela fica - como
 uma fera".
Armando Freitas  Filho no livro
" Inéditos e Dispersos - Poesia/Prosa" Editora Brasiliense - 1985     



Escrito por d às 16h37
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